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Coitado de seus clientes.
Grande parte dos farmacêuticos do Brasil somente possui o curso técnico na área clínica. Tal situação prejudica grande-mente tanto a saúde pública como a privada. Além de afligir de alguma forma, o setor produtivo de medicação devido ser da alçada do profissional de farmácia a manipulação de medicamentos. Na maioria dos casos falta também direcionamento e escassez de oportunidades de uma educação continuada. Devido a isso, a deficiência de formação dos profissionais de farmácia em geral é conhecido e criticado pelos ditos países desenvolvidos.
Deficiências na formação, excessivamente tecnicista, com incipiente formação na área clínica. Descompasso entre a formação dos farmacêuticos e as demandas dos serviços de atenção à saúde, tanto públicos como privados e nos diferentes níveis, bem como daquelas referentes ao setor produtivo de medicamentos e insumos necessários ao âmbito da saúde.Falta de diretrizes e escassez de oportunidades de educação continuada; www.opas.org.br/medicamentos/doc - acessado em 20/05/2011
Quanto mais péssimo o atendimento, melhor o faturamento.
A farmácia brasileira está alheia aos interesses da saúde da população. Os donos delas, visam mais o lucro que o bem estar da saúde da sociedade. Eles vêem a farmácia como um estabelecimento comercial sendo a medicação como um bem de consumo. O importante é vender muito e faturar bastante, sem tomar conhecimento da responsabilidade que o farmacêutico e os proprietários de farmácias tem para com a sociedade. Em muitas farmácias no Brasil, encoberta-mente, farmacêuticos se passa por médicos e prescreve receitas para uso de medicação controladas. Alem daquelas que, estão aberta para la-vagem de dinheiro no sentido de acobertar o crime do tráfego de drogas.
Dissociação entre os interesses econômicos e os interesses da saúde coletiva, com predomínio dos primeiros, resultando na caracterização da farmácia como estabelecimento comercial e do medicamento como um bem de consumo, desvinculados do processo de atenção à saúdewww.opas.org.br/medicamentos/doc - acessado em 20/05/2011
Profissionais desligados do verdadeiro sentido de saúde.
O farmacêutico brasileiro é bem diferente dos de Portugal, devido não haver conexão com as políticas de saúde e de medicamentos. Estimulam as atividades de ordem administrativas deixando de lado a educaçáo em saúde e a orientação com respeito o uso de medicamentos. O interesse pela saúde da sociedade, o preparo profissional e a capa-citação não estão em primeiro plano e sim os valores econômicos. Tal procedimento, configura uma falta de ligação com os modelos de políticas públicas já implantadas no país.
Prática profissional desconectada das políticas de saúde e de medicamentos,com priorização das atividades administrativas em detrimentoda educação em saúde e da orientação sobre o uso de medicamentos; www.opas.org.br/medicamentos/doc - acessado em 20/05/2011
Cuidado! Sinal vermelho!
Apesar do setor público e o privada demonstrar certa responsabilidade para com a farmácia no Brasil em termos assistencial, contudo, tem surgido muitas infrações na manipulação de remédios, bem como comportamento indecente de alguns gestores, farmacêuticos e profissionais de saúde em geral. Tal quadro tem estragado ao longo dos anos, a saúde do brasileiro. Muitos pessoas morreram devido a falta de compromisso dos profissionais da saúde desta área.
Ineqüidade no acesso aos medicamentos, embora exista um compromisso crescente dos gestores, farmacêuticos e de outros profissionais de saúde com a garantia de acesso da população às ações de atenção à saúde, ncluindo-se a Assistência Farmacêutico tanto no setor público como privado;www.opas.org.br/medicamentos/doc - acessado em 20/05/2011
Sabe-se que existe um posicionamento legal com respeito á Assistência Farmacêutica e a política de medicamentos. Porém, existem uma série de problemas alusivo a sua efetiva implementação como definição de estruturas e instrumentos no sentido de organizar, avaliar, redirecionar e tudo mais. Em outras palavras, o monopólio no universo farmacêutico desvirtua a implementação de uma farmácia voltada para o bem estar social. Segundo Maria Monoela Teixeira, farmacêutica portuguesa, em Portugal, o farmacêutico é o dono podendo possuir somente um estabelecimento e se for o caso, lhe é facultado o direito de ter ao seu lado um sócio, desde que seja também especializado em farmácia e preferencialmente, que tenha 10 anos que atua na profissão.
Embora existam definições legais referentes à Assistência Farmacêutica e à política de medicamentos, há problemas referentes à sua efetiva implementação, incluindo-se a definição de mecanismos e instrumentos para a sua organização, avaliação e possíveis redirecionamentos; www.opas.org.br/medicamentos/doc - acessado em 20/05/2011
Em Portugal, o farmacêutico é oproprietário exclusivo da farmácia e ele só pode possuir um único estabelecimento.Se ele fizer uma sociedade, o sócio terá que ser,também, um farmacêuticohttp://www.cff.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/86/entrevista.pdf – acessado em 20/05/2011
Existe uma falta de interesse, muito grande, por parte das entidades representativas do setor farmacêutico, bem como outros segmentos da sociedade, com respeito as políticas de saúde pública do Brasil. Esta falta de integração neste setor promove a desunião e conseqüentemente, o fracasso na qualidade da saúde da população. Certamente, é necessário uma reestruturação neste setor, no sentido de fazer com que a integração e a unidade destas instituições de saúde possa ser realidade.
Falta de integração e unidade entre as entidades representativas da categoria farmacêutica e outros segmentos da sociedade em política de saúde. www.opas.org.br/medicamentos/doc - acessado em 20/05/2011
Sabe-se que tais problemas não são somente locais pelo o fato de envolver todo o Planeta. Devido a falta de uniformidade idiomática originada de traduções mal feita bem como o predomínio do emprego da língua inglesa em rótulos de medicação. Pode ser considerado como falta de bom senso para com os países subdesenvolvidos e que não falam e nem entendem o idioma estrangeiro.
Constitui-se um problema mundial a falta de uniformidadeda linguagem utilizada, decorrente de traduções inapropriadas ou adaptações de termos de língua estrangeira, geralmente da língua inglesa. As diferentes denominações utilizadas para os distintos efeitos decorrentes da utilização de medicamentos, têm evidenciado divergências nas publicações consultadas, dificultando o conhecimento do impacto.www.opas.org.br/medicamento